Histórias da minha infância

“O burrinho manso, é bonacheirão

Anda, anda anda, sempre a olhar para o chão

Puxa a carroça, tira a água à nora

Pela estrada fora, vai o aldeão

Vai o aldeão, trabalha na moagem, sempre à ‘catolagem’

Seus olhinhos grandes, orelhas espetadas,

cheio de soninho leva chicotadas

E ao chegar à noitinha, ao subir à palha,

come, come, come, mas não se atrapalha

Barriguinha cheia, deita-se a dormir,

muito sossegadinho sem nada sentir”.

9 pensamentos em “Histórias da minha infância

  1. Tânia diz:

    a parte do leva chicotadas é que nc percebi… tadinho, tem sono e leva chicotadas… beijinhos

  2. lhassa diz:

    Por isso mesmo..É um burro de trabalho. “Anda sempre a olhar para o chão”….”puxa a caroça”….”trabalha na moagem”…e depois disso tudo ainda leva chicotadas. No fundo a história faz uma analogia à escravatura ou a vida miserável de alguns.

  3. Yolanda diz:

    Nem acredito! Música da minha infância, da qual havia esquecido a letra, a não ser os 3 primeiros versos :-) ))))))))
    E resolvi “googlar” com eles!
    E não é que achei?
    Muito, muiiiiito obrigada
    Yolanda

  4. Iolanda, vamos partilhar essa música que encontraste? Penso que não a conheço.
    Lhassa, o que é uma vida miserável?

  5. Yolanda diz:

    José Corte, não me lembro mais da música direito. Mas a letra é esta:-))
    Feliz Natal para todos.
    Yolanda

  6. Sílvia Ornelas diz:

    Praticamente não tem música. É mais contar a história de forma cantada. Tipo lenga-lenga.

  7. Sílvia Ornelas diz:

    Essa ficou-me sempre na memória. O meu pai costumava ‘cantar’ para nós, assim como a do macaco do rabo cortado (mas esta é mais fácil encontrar nos livros e colecções de contos tradicionais) e eu agora conto-a ao meu pequenino.

  8. Roberto diz:

    eu cantava esta música na escola primária… costumo cantar aos meus sobrinhos… não é lenga lenga… têm música mas não encontro na net

  9. António diz:

    Foi a primeira cantiga que aprendi. Lembro-me de a ter cantado uma vez no saläo da paróquia, já lá väo quase 55 anos. Que saudades, e que alegria de ter vindo aqui encontrar a letra, que já tinha esquecido ao longo dos anos

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